Foto: Perth is Ok

Situado na Austrália Ocidental, o Omeo é a peça central do Trilho Marítimo de Coogee, uma iniciativa concluída em 2017 pela cidade de Cockburn para criar um trilho épico de mergulho com snorkel ao longo da praia.

O navio, com 605 toneladas, foi construído em Newcastle, Inglaterra, em 1858. Parte da sua carga na viagem inaugural para a Austrália era constituída por materiais e equipamentos para a instalação do cabo submarino do Estreito de Bass. Depois de muitos anos a transportar passageiros e carga entre Melbourne e Adelaide e depois Nova Zelândia, o Omeo foi enviado para Port Darwin em 1870, onde desempenhou um papel importante na construção da linha telegráfica terrestre a partir de Darwin.

Depois de efetuar mais de 100 viagens de ida e volta à Nova Zelândia, as máquinas foram retiradas em 1880 e a chaminé substituída por um novo mastro.

Com o passar dos anos, o jornal West Australian registou que, na tarde de 12 de setembro de 1905, o Omeo, que estava abandonado a cerca de meio quilómetro da costa de Fremantle, separou as suas amarras e foi parar à praia entre Robbs Jetty e Woodmans Point. Embora o Departamento do Correio Geral tivesse interesse em recuperar o navio, dado o seu papel no desenvolvimento da rede de comunicações da Austrália, a ideia foi abandonada. Em 1993, duas das âncoras do navio foram encontradas a cerca de 45 metros a oeste do naufrágio e posteriormente levantadas.

Posto isto, nos últimos anos, o Omeo, o principal naufrágio em terra da cidade de Perth, tornou-se objeto de um esforço sério de conservação por parte da cidade de Cockburn, tornando-se, em 2017, a peça central do trilho marítimo de Coogee.

O que fazer no Naufrágio de Omeo?

O país diz que a melhor atividade aquática para se fazer é, sem dúvida, o snorkeling. Além disso, o trilho tem agora mais de 55 estruturas por descobrir. Estas incluem pirâmides de recife, uma escultura de leão-marinho, uma réplica de canhão e muito mais.

Além das instalações e estruturas artísticas, existe uma grande diversidade de vida selvagem marinha, desde peixes e raias até às focas e golfinhos.

Artigo anteriorHyatt Regency Lisboa celebra Páscoa com brunch especial (e atividades para as crianças)
Próximo artigoJantámos no Refeitório: o novo restaurante do Hub Criativo do Beato

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor coloque aqui o seu comentário
Por favor coloque o seu nome aqui