Merlion, Singapura. Créditos: Jisun Han/Unsplash

O The Economist analisou o custo de vida em 172 cidades de todo o mundo, e elaborou o relatório Worldwide Cost of Living 2022, para descobrir quais são as 10 cidades mais caras do mundo.

Pela primeira vez, a cidade de Nova Iorque lidera o ranking das cidades mais caras, embora partilhe o pódio com a Singapura. O destino que ficou em primeiro lugar na classificação no ano passado, Tel Aviv, está agora no terceiro lugar da tabela. Pelo contrário, Damasco, na Síria; Trípoli, na Líbia; e Teerão, no Irão são considerados os destinos mais baratos do mundo em 2022.

Em média, os preços nas 172 cidades analisadas pela EIU aumentaram 8,1%, a maior subida dos últimos 20 anos. “A guerra na Ucrânia, as sanções ocidentais contra a Rússia e a política zero-covid da China causaram problemas na cadeia de abastecimento que, combinados com o aumento das taxas de juro e flutuações da taxa de câmbio, levaram a uma crise do custo de vida em todo o mundo“, resumiu Upasana Dutt, responsável pelo ranking.

As 12 cidades mais caras do mundo em 2022

Nada parece escapar à inflação: “O aumento dos preços da gasolina nas cidades foi particularmente elevado (como no ano passado), mas os alimentos, os serviços públicos e os artigos domésticos estão a tornar-se mais caros para os habitantes das cidades”, acrescentou.

No entanto, há cidades onde o aumento dos preços tem sido mais acentuado. Por exemplo, em Istambul os preços aumentaram 86%, em Buenos Aires os preços tiveram uma subida de 64% e em Teerão de 57%.

A inflação nos EUA não atingiu níveis tão extremos, mas tem sido a mais alta dos últimos 40 anos. É por esse motivo que Nova Iorque encabeça a lista, mas Los Angeles e São Francisco também surgem no top 10.

Zurique é a cidade mais cara da Europa

Há cidades europeias entre as dez primeiras: Zurique, ficou em sexto lugar na lista, Genebra em sétimo, Paris em nono, e Copenhaga em décimo.

Globalmente, a maioria das metrópoles europeias caíram na classificação devido à crise energética e ao enfraquecimento do euro e de outras moedas locais. Estocolmo, Luxemburgo e Lyon registaram as maiores quedas no ranking.

Pelo contrário, as cidades russas de Moscovo e São Petersburgo subiram na classificação, saltando do 88º e 70º lugar, para o 37º e 73º, respetivamente, em parte como resultado das sanções ocidentais após a invasão da Ucrânia.

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