As ruas do Funchal já estão a transformar-se para receber uma das épocas mais mágicas do ano. As famosas iluminações de Natal da capital madeirense acendem-se oficialmente a 1 de dezembro, às 19h00, com direito a cerimónia, concerto e até um novo ecrã LED que promete surpreender os visitantes.
De acordo com a Secretaria Regional de Turismo, Ambiente e Cultura da Madeira, os preparativos começaram logo em outubro. As luzes vão permanecer ligadas até à madrugada de 8 de janeiro, iluminando as principais avenidas e artérias de todas as freguesias do Funchal, incluindo edifícios públicos, monumentos, praças, largos, igrejas, fortalezas, palácios, ribeiras e jardins.
A inauguração oficial acontece na Praça do Povo, onde será montado um palco para espetáculos e um ecrã LED com projeções alusivas à Madeira. Um dos momentos altos da noite será o concerto de Beatriz Caboz, acompanhada pela Orquestra de Jazz do Funchal, que marcará o arranque das celebrações natalícias na ilha.
As luzes vão acender-se todos os dias às 18h00 e apagar-se à 01h00, com exceções para as noites mais festivas: a 23, 24 e 31 de dezembro, as iluminações serão desligadas às 06h00 e, nos dias 25 e 30, às 04h00.
Na ilha do Porto Santo, Vila Baleira também vai brilhar entre 1 de dezembro e 7 de janeiro. As luzes estarão acesas entre as 18h00 e a 01h00, prolongando-se até às 04h00 nas noites de 24 e 31 de dezembro.
Segundo o secretário regional do Turismo, este ano não haverá grandes mudanças no conceito decorativo, já que o concurso público foi lançado para dois anos, defendendo que “foi muito bem recebido pelo público e consolidou a imagem do Natal madeirense”.
Entre os destaques que regressam está o “Caminho Celestial das Tempestades”, no Cais do Funchal — uma instalação imersiva e interativa, com tecnologia de realidade aumentada “que convida os visitantes a explorar um percurso de luzes, sons e efeitos visuais”, lê-se no comunicado do executivo, citado pela Lusa.Outro ponto imperdível é a zona entre a Rua Fernão de Ornelas e o jardim municipal, que volta a inspirar-se na borboleta Cleópatra-da-madeira, uma espécie endémica conhecida pelo seu brilho natural.
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