Aberto desde 2019, o Palácio São Silvestre nasceu de um palacete senhorial do século XVIII, tendo sido, durante várias gerações, a residência da influente e abastada família Cabral de Moura e Horta.
Entre os dias 20 e 22 de junho, o Vou Sair ficou hospedado no boutique hotel para conhecer de perto todas as comodidades e serviços. Localizado a 10 quilómetros do centro de Coimbra, dispõe de 41 unidades de alojamento, das quais 7 suites temáticas.
A isto, junta-se um restaurante liderado pelo chefe Telmo Jegundo, quatro salas de reuniões e eventos, bar, duas piscinas exteriores, serviços de bem-estar, parque infantil, área para crianças e campos de ténis e padel. O restaurante e os campos estão abertos a não-hóspedes.


Em entrevista à diretora-geral da unidade Marta Mendes, descobrimos que um dos objetivos do Palácio São Silvestre é proporcionar “experiências distintas” a todos os hóspedes. “Queremos que as pessoas venham cá pela experiência, ou seja, por todos os serviços que temos, pela atenção que damos ao cliente e pelas infraestruturas que apresentamos.”
Duas noites (de princesa) no Palácio São Silvestre
Assim que chegámos ao Palácio São Silvestre, fomos imediatamente envolvidos pela história e tradição presentes em cada divisão do hotel. Antes de estacionarmos o carro, fomos à receção fazer o check-in e só depois seguimos para o estacionamento privado da unidade. Finalmente no quarto. Os tons azuis e beges fazem das suites um espaço reconfortante, privilegiando a elegância minimalista. O ambiente intimista torna os quartos o lugar ideal para casais, famílias ou grupos de amigos que procuram descansar do ambiente vibrante das grandes cidades. Com vista para o meio rural da freguesia de São Silvestre, as varandas complementam a oferta.
Ao fim de arrumarmos as malas, seguimos para o restaurante. A cozinha do Palativm, liderada por Telmo Jegundo, segue o ritmo da natureza e vai mudando sazonalmente. Tem como objetivo proporcionar uma “experiência gastronómica única”, combinando os sabores tradicionais portugueses com toques contemporâneos. Começámos a experiência com duas entradas: gambas ao alho, coentros e limão, um prato repleto de sabor, e os deliciosos ovos rotos com chouriço e queijo da serra. Como pratos principais, seguimos a sugestão do chef e pedimos o cachaço de bacalhau confitado com puré de batata doce roxa e o lombinho de vitela com molho de cogumelos, acompanhado de batata-frita e legumes salteados. Ambos os pratos são saborosos, mas, para quem prefere algo mais leve, sugerimos o bacalhau. Para terminar, experimentámos o bolo de chocolate com gelado de café, uma sobremesa agradável e equilibrada – nada enjoativa.
O segundo dia começou com um pequeno-almoço delicioso, composto por pães, bolos caseiros, queijo e charcutaria, frutas, iogurtes, cereais e ovos mexidos. A experiência melhorou no momento em que fomos fazer uma massagem de relaxamento com a terapeuta do hotel, a Maribel. Como se costuma dizer, saímos de lá “como novos”. Este dia não teve muito mistério, uma vez que, depois da massagem, seguimos para a piscina – onde passámos o resto da tarde. Desta forma, almoçámos no bar da piscina, que conta com refeições ligeiras, desde tostas mistas e baguetes até sumos naturais e cocktails. A nossa escolha recaiu sobre a tosta mista de queijo da serra com presunto. Ao longo da tarde, desfrutámos de dois cocktails: o clássico Mojito e o refrescante Tequila Sunrise.
Já de banho tomado, voltámos ao Palativm, desta vez para provar a alheira assada com maçã caramelizada, como entrada, e o arroz de pato, como prato principal. Suculentos e agradáveis são dois adjetivos que descrevem estas maravilhas, que certamente voltaremos a repetir. Para quem prefere simplesmente desfrutar do restaurante sem estar hospedado, o espaço conta com um menu executivo por 12,90 euros, que inclui sopa, prato e sobremesa.
Ao fim do jantar, decidimos fazer uma visita ao centro de Coimbra, que se situa a 10 minutos do hotel. Além disso, a unidade hoteleira fica perto de regiões como Figueira da Foz e Montemor-o-Velho.
Os preços, por noite, na época baixa (janeiro, fevereiro e março) começam nos 75 euros.
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