Feira Medieval de Coimbra. Foto: CM Coimbra
Feira Medieval de Coimbra. Foto: CM Coimbra

Entre os dias 18 e 20 de julho, o centro histórico de Coimbra transforma-se num verdadeiro cenário medieval. A cidade recebe mais uma edição da Feira Medieval de Coimbra, a “mais antiga” do país, com entrada gratuita e uma programação reforçada.

“O programa vai decorrer com o seu coração, como é habitual, no largo da Sé Velha, mas depois estende-se por uma abrangência territorial que este ano é mais alargada”, afirmou a diretora do Departamento de Cultura e Turismo da Câmara Municipal de Coimbra, Maria Carlos Pêgo.

Além dos locais já habituais, como o Quebra-Costas, o pátio e largo do Castilho e a rua Borges Carneiro, a feira chega também à torre e arco de Almedina, à rua Ferreira Borges e ao Museu Nacional Machado de Castro. 

O tema da 30.ª edição é “O Reinado do Casal Quase Perfeito: Dom Dinis e Santa Isabel”. A feira contará com concertos, torneios, oficinas, cortejos e momentos de recriação histórica dinamizados pela cooperativa Almanach.

Um dos pontos altos será a ceia medieval nos claustros da Sé Velha, marcada para sexta-feira, 18 de julho. O jantar, com entradas já esgotadas, será preparado pelos Serviços de Ação Social da Universidade de Coimbra (SASUC) e animado por performances ao vivo da cooperativa Almanach.

Nesta edição, há ainda “um maior envolvimento de alguns estabelecimentos comerciais”, com destaque para a Gelataria Cosi, o Fangas Maior e o Piano Negro. Estes três espaços vão “apresentar criação de propostas gastronómicas e culturais alinhadas com a temática medieval”, explicou Maria Carlos Pêgo.

As ruas serão ocupadas por 40 mercadores e artífices e por oito associações do concelho, responsáveis por animar as tabernas e recriar um verdadeiro mercado medieval.

Outra novidade deste ano é a parceria institucional com o Museu Nacional Machado de Castro, que recebe diferentes atividades durante os três dias, incluindo um concerto medieval e oficinas. O museu, classificado como Património Mundial da Humanidade, preparou uma programação exclusiva para a feira, concebida a partir das suas coleções.

Entre as propostas, destaca-se “uma visita jogo que explora as coleções de esculturas de pedra do período medieval e do tesouro da Rainha Santa” e uma “oficina multimédia, onde os participantes, com o telemóvel, criam um pequeno filme de animação”, revelou Marisa Martins, coordenadora de comunicação do museu.

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