Viajar sozinho é uma experiência cada vez mais popular um pouco por todo o mundo, pois oferece aos viajantes uma oportunidade única de descobrir o mundo ao seu próprio ritmo e exatamente como lhe convém. Desse modo, a eDreams, uma agência de viagens online da Europa, comparou a evolução da tendência de viajar sozinho nos últimos quatro anos – recorrendo a dados de duas sondagens externas idênticas que realizou, uma em 2023 e a outra em 2019, oferecendo assim uma visão ampla sobre as preferências no mundo pré e pós-pandemia.
Motivação para viajar sozinho no mundo pós-COVID
Entre 2019 e 2023, a principal motivação dos portugueses para viajar sozinhos mudou: se antes o faziam maioritariamente porque os seus amigos ou familiares não estavam disponíveis (39%), agora viajam desta forma para ter liberdade de movimentos (35%) e conhecer-se melhor a si mesmos (34%).
Curiosamente, foi a faixa etária mais jovem (18-24 anos) quem indicou com mais frequência (54%) querer conhecer-se melhor a si mesmos como a principal motivação para viajar a sós. Para os portugueses, a faixa etária ideal para viajar sozinho é a dos 25-34 anos (43%), mantendo a mesma opinião que já tinham expressado em 2019 (42%).
Os tipos de viagens preferidos
A eDreams conseguiu apurar que as tendências de viajar sozinho evoluíram entre 2019 e 2023. Em 2023, os portugueses preferem férias relaxantes na praia para as suas viagens a sós (56%), comparativamente a 2019, onde as viagens para fazer voluntariado ocupavam o primeiro lugar. Este ano os portugueses parecem viajar sozinhos também para viagens culturais típicas (38%) e viagens de aventura e desporto (32%).
Prioridades durante as viagens a solo
A principal preocupação que os portugueses têm quando viajam sozinhos parecem ter-se mantido ao longo dos últimos quatro anos: a preparação para a viagem (comprar os bilhetes com antecedência, instalar aplicações para as várias atividades e levar mapas e GPS). De facto, esta preocupação até se tornou mais acentuada em 2023 (41% vs 36% em 2019).
Por outro lado, há quatro anos os portugueses davam também bastante importância à segurança (levar um kit de primeiros socorros, contactos de emergência, um cinto para guardar dinheiro, etc.), mas este ano as preocupações com o conforto são igualmente importantes (ter roupa e calçado para qualquer ocasião, levar snacks, uma almofada de viagem, entre outros).
































