Midnight Trains é o novo conceito de viagens confortáveis e sustentáveis, criadas por uma start-up francesa. Este hotel sobre carris que só chega em 2024 vai passar por 12 cidades em toda a Europa e uma delas fica em Portugal.

Nestes comboios o objetivo é fazer uma viagem de grande distância (800 a 1500 quilómetros) de forma confortável e tranquila durante a noite. Para embarcar nesta viagem tem de deixar o trabalho às 19h15, para às 19h55 embarcar e às 20h começar a viagem. Meia hora depois do início da viagem é servido o jantar e na manhã seguinte, o pequeno-almoço está na mesa às 7h30 enquanto chega ao destino.

Ao sair de Paris, um dos destinos para onde este comboio rumará é a cidade do Porto. Os outros 11 destinos serão: Madrid, Barcelona, Bruxelas, Milão, Veneza, Florença, Roma, Berlim, Hamburgo, Copenhague e Edimburgo.

O propósito destes comboios é reduzir a quantidade de emissões de carbono mas também tornar-se uma alternativa ao avião para quem tenha medo ou para quem se preocupa com as emissões de dióxido de carbono que os aviões emitem. O comboio é 23 vezes menos poluente que o avião. O avião emite mais 59,2 toneladas de CO2 (dióxido de carbono) que o comboio.

Todos os quartos destes hotéis sobre carris serão privados e poderão ser utilizados individualmente ou a dois, com a família ou amigos.

Quanto ao restaurante e bar, pode contar com produtos sazonais, coqueteiles caseiros, cervejas artesanais e vinhos vivos, tudo servido na sua mesa, no bar ou no seu quarto, basta sentar-se e aproveitar.

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1 COMENTÁRIO

  1. Parabéns à start-up francesa, Midnight Trains, por este projeto. Entretanto, em 1997, Roberto Moreno, presidente da Fundação Geolíngua, à semelhança deste comboio-hotel, apresentou este mesmo novo conceito de viagem, via comboio, porem mais ambicioso em termos de tecnologia e marketing sociocultural, económico e financeiro, ao diretor geral do Hotel Sheraton de Lisboa, Guido de Wilde e à sua diretora financeira Lourdes Espejo e, ao Comboios de Portugal (CP) em reuniões documentadas e, com testemunha. Caso algum jornalista tiver interesse sobre o que aconteceu com todos os Projetos Geolíngua, entre 1996 e 2004, no interior do Sheraton – é só contactar a nossa Fundação.

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