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Joana Vasconcelos, prestigiada artista e escultora portuguesa, vai apresentar uma nova coleção de serigrafias inspiradas nos signos do zodíaco, a partir de 12 de novembro, no Centro Cultural de Belém (CCB).

A exposição, organizada pelo Centro Português de Serigrafia (CPS), será inaugurada às 17h30 da próxima quinta-feira, dia 12, e poderá ser visitada até 26 de novembro, na galeria do CPS no CCB.

Esta primeira apresentação, que se chama “Signos 311”, vai reunir serigrafias inspiradas em cinco dos 12 signos do zodíaco: Aquário, Balança, Caranguejo, Leão e Escorpião, cada uma com uma edição limitada a 150 exemplares.

A coleção integra ainda mais uma serigrafia de formato menor, “Fénix”, com edição de 200 exemplares.

Os restantes sete signos serão apresentados em 2027, completando a coleção.

Segundo o comunicado do centro, os desenhos “exploram linhas sinuosas, curvas e contracurvas e cores vibrantes, numa composição que abre espaço à abstração e à imaginação“.

Este projeto artístico envolve ainda uma ligação pessoal e afetiva: o nome da coleção, editada em colaboração com o CPS, presta homenagem ao pai da artista, o fotógrafo Luís Vasconcelos, sócio número 311 do centro.

Na apresentação do projeto, o Centro Português de Serigrafia afirmou, citado pela Lusa, que “a astrologia constitui uma ferramenta de reflexão e autoconhecimento“, associada à consciência individual e à forma como cada pessoa se relaciona com o mundo, aludindo também à “transição simbólica para a Era de Aquário, relacionada com a transformação e a possibilidade de renovação dos valores e das estruturas da sociedade”.

A colaboração entre Joana Vasconcelos e o CPS terá também expressão internacional com a mostra “Out of Line”, a apresentar de 26 a 29 de novembro, na Feira Internacional de Arte sobre Papel de Bilbau, Espanha, dedicada exclusivamente à obra gráfica e à arte sobre papel.

Nascida em 1971, Joana Vasconcelos conta já com uma carreira de mais de três décadas, que se caracteriza pela descontextualização de objetos do quotidiano e pela apropriação do artesanato tradicional, que adapta ao século XXI para questionar temas como o papel da mulher, a sociedade de consumo e a identidade cultural.

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