O Terroir celebrou um ano e trouxe novidades. Possui agora mais uma sala e um novo chef, assumindo uma abordagem diferente, de um balcão para um restaurante. Além disso, oferece uma experiência gastronómica com os seus novos menus de degustação. O restaurante está aberto de terça a sábado, na rua dos Fanqueiros, em Lisboa.

Depois de um ano da abertura, no dia 5 de agosto deste ano, o Terroir apresentou grandes novidades: o restaurante cresceu e conta com o chef Tiago Rosa, novos menus de degustação e uma renovada carta de vinhos e cocktails. Oferece agora a possibilidade de desfrutar de uma experiência gastronómica de elevada qualidade e com serviço correspondente no já característico balcão da sala “original”, com vista  privilegiada para o chef e a sua brigada, ou na nova sala com mesas integradas num ambiente acolhedor e confortável, também com cozinha aberta, para uma noite mais intimista e/ou familiar. 

Este projeto nasceu do sonho dos proprietários, Inês Santos e Erik Ibrahim, que viajaram pelo mundo em busca de inspiração para o concretizar, tornando-se real com a abertura deste acolhedor espaço no número 186 da rua dos Fanqueiros, na baixa lisboeta, no dia 5 de agosto de 2020. Foi idealizado e construído enquanto lugar de convívio para ir com amigos e família beber um copo e degustar sabores de Portugal com twist contemporâneo, num ambiente amigável e  descontraído.

O Terroir tem o cuidado de selecionar os ingredientes de forma a oferecer a melhor experiência possível. O chef Tiago Rosa, apesar dos seus 26 anos, apresenta um currículo de peso com passagem por vários restaurantes reconhecidos, e que abraçou este projeto para estabelecer a sua cozinha e identidade. Original de Benavente, começou por estagiar com renomados chefs como Dieter Koschina, no Villa Joya e Hans Neurner, no Ocean. Decidiu mudar-se para capital e continuou o seu caminho em restaurantes de excelência, tendo trabalhado três anos com o chef Joachim Koerper  no Eleven, e outros três com Miguel Rocha Vieira e Gil Fernandes, como sub-chef no Fortaleza do Guincho.

Apaixonado por desafios e novas experiências, rumou ao Norð Austur, caracterizado pela sua cozinha de autor e foco em ingredientes locais, e considerado o melhor restaurante de sushi da Islândia.  Voltou a Portugal para o Belcanto por um breve período, e seguiu novamente para o estrangeiro para  aceitar um novo desafio, integrar a equipa do Pure C, na Holanda. Com a mudança do chef anterior para terras algarvias, este convidou-o a assumir a liderança da cozinha do Terroir e voltar à sua terra  natal, onde desenvolve um trabalho criativo e com grande ligação ao cliente, baseado em produtos nacionais com abordagens e técnicas do mundo. 

Dentro do Terroir, tanto o longo balcão como a open kitchen na nova sala, deixa à vista de todos a “magia” que o chef Tiago e a sua brigada faz em ambas as cozinhas, agora com capacidade para 40 pessoas. Existem dois menus de degustação, de  5 momentos (45€) ou 8 (59€), a opção de pairing de vinhos (25€ ou 40€, respetivamente), assim como a de “construir” a própria refeição, com várias opções à carta. Outra grande novidade é a possibilidade de  tornar ambos os menus vegan, igualmente de 5 ou 8 momentos, sem perder a essência da cozinha.

A carta, que varia consoante as estações, vai apresentando as novas criações do chef. Os elementos dos menus são mantidos “surpresa”, de forma a surpreender mais do que o palato à medida que a experiência se desenrola. Podem encontrar-se entradas novas como o brioche com tártaro de  camarão e molho XO, a tartelete com chalota caramelizada e lardo, o tártaro de novilho com molho de  ostra, e a dita ostra gratinada, ou o irresístivel pão com manteiga noisette e mel. A meio surge o Robalo com batata fumada, alface do mar e beurre blanc e a bochecha de porco com cogolho, diospiro e jus e,  para finalizar em beleza, a delicada pré-sobremesa de ananás, coco e calda de especiarias seguida do chocolate, avelã e zabaione de café e rum.  

Para partilhar a proposta gastronómica do chef em boa companhia, o balcão convida a cocktails (e mocktails) de autor ou um copo de vinho. A carta de vinhos acompanhou igualmente o crescimento do projeto, contando hoje com mais de 60 referências.

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